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18 Curiosidades que você precisa saber sobre o Câncer de Boca.

18 Curiosidades que você precisa saber sobre o Câncer de Boca.

 

 

 

 

 

 

AUTO EXAME DA CAVIDADE ORAL.

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1. Descoberto em 70% dos casos em fase avançada no Brasil.

2. Sequelas afetam a fala, mastigação, deglutição e a estética.

3. Consultas regulares ao cirurgião-dentista podem resultar em descoberta de tumor em fase inicial e maior taxa de sucesso no tratamento.

4. Globalmente, está entre os 10 tipos de câncer mais incidentes em populações de países em desenvolvimento e em minorias de países desenvolvidos.

5. No Brasil, é o quinto tipo de câncer mais comum entre os homens.

6. 7 entre 10 casos diagnosticados em fase avançada.

7. Estudos epidemiológicos mostram que 8 entre 10 pacientes que são diagnosticados na fase inicial da doença vivem mais do que cinco anos após o tratamento.

8. A taxa de sobrevida em cinco anos cai pela metade.

9. Os principais sinais detectados pelo dentista são placas esbranquiçadas, lesões avermelhadas e feridas (úlceras) que não cicatrizam a mais de 15 dias.

Globalmente, o câncer de boca está entre os 10 tipos de câncer mais incidentes em populações de países em desenvolvimento e em minorias de países desenvolvidos
Globalmente, o câncer de boca está entre os 10 tipos de câncer mais incidentes em populações de países em desenvolvimento e em minorias de países desenvolvidos
Foto: Sebastian Kaulitzki / Shutterstock
10. Os sintomas relatados costumam ser de ardência, dormência e desconforto bucal. Em casos muito avançados, dor forte em regiões não específicas na boca.

11. Muitas vezes, o câncer está em locais de difícil visualização como a borda posterior da língua, o palato mole e outros.

12. No programa de vacinação da gripe, que acontece anualmente, há a participação do cirurgião-dentista para avaliação da cavidade oral, sendo que alguns casos de câncer e outras doenças da boca são identificados nesta campanha.

13. O papel do cirurgião-dentista é fundamental antes, durante e após o tratamento de pacientes com diferentes tipos de câncer.

14. Todo paciente que está em tratamento oncológico necessita ter uma excelente saúde bucal. Uma avaliação odontológica antes do tratamento pode evitar complicações graves.

15. Quando o paciente está imunossuprimido (em quimioterapia ou transplante de medula) é mais suscetível a desenvolver infecções generalizadas decorrentes de micro-organismos presentes na boca. Neste sentido, cuidados com a saúde da boca devem ser intensificados.

16. Na maioria dos casos, o tratamento do câncer de boca emprega cirurgia, podendo associar radioterapia e/ou quimioterapia.

17. A mucosite oral, efeito mais debilitante, pode estar associada à quimioterapia e/ ou a radioterapia. Muitas vezes, o tratamento pode ser interrompido devido sua intensidade.

18. A xerostomia (sintoma da boca seca) é outro efeito que compromete a qualidade de vida do paciente. Pacientes xerostômicos são mais suscetíveis a desenvolver cáries, doenças na gengiva ou na mucosa, como a candidíase.

Chance de cura de câncer bucal dobra com diagnóstico precoce. Se diagnosticado precocemente, as chances de cura do câncer bucal são de 60 porcento em média. Quando a doença é descoberta em estado adiantado, esse número cai para 30 porcento. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer -INCA- estima 14170 novos casos deste tipo de câncer para o ano de 2012. Para fugir dessa estatística, é imprescindível fazer consultas regulares ao dentista. Ele pode garantir o diagnóstico da doença nos primeiros estágios e melhorar as condições de tratamento.

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A doença é a terceira que mais mata entre os homens e a sétima entre as mulheres. Porém, segundo o oncologista Ricardo Caponero, da Clinonco, as taxas de mortalidade por câncer da cavidade oral apresentam um declínio na população masculina na maioria dos países. Em mulheres, esse comportamento ainda não pode ser observado, uma vez que o início do uso do tabaco foi posterior ao dos homens.

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Além de fatores genéticos – pessoas com casos de câncer na família -, os hábitos do dia a dia podem influenciar no desenvolvimento da doença. Entre o grupo de risco, estão homens brancos acima de 40 anos, tabagistas e alcoólatras, que apresentam má higiene oral.

Os três principais tratamentos para o câncer de boca são a cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia. Quem determina o melhor tratamento a ser realizado é o cirurgião de cabeça e pescoço, o radioterapeuta e o oncologista em conjunto. Qualquer tipo de lesão traumática, feridas ou aftas que persistam por mais de 15 dias na cavidade oral devem ser examinadas e, se o profissional julgar necessário, deve ser realizada a biopsia.

Fonte: www.odontonoticias.com.br